
A guerra árabe-israelense de 1948, também conhecida como "guerra de independência" (hebreu: מלחמת העצמאות) ou como "guerra de liberação" (hebreu: מלחמת השחרור) pelos israelenses (israelitas). Para os palestinos (palestinianos), a guerra marcou o início dos eventos denominados como "a catástrofe" ("al Nakba," árabe: النكبة).
Em 1947, a Organização das Nações Unidas formou um plano de partilha de uma região litorânea (litoral) do oriente médio denominada Palestina em dois estados, no qual foi proposto uma divisão destas terras entre judeus e árabes.
Costuma-se dizer que a proposta foi levada a um plebiscito sendo aceita pelos judeus e rejeitada pelos palestinos que reclamaram muito da ausência de uma rede de viadutos ligando os pedaços de Palestina que sobrou.
Os árabes se recusaram a aceitar um estado judeu, e os exércitos do Egito, Iraque, Líbano, Síria e Transjordânia, com o apoio político de outros países, iniciaram um ataque ao recém-formado estado de Israel. Foi a primeira guerra de um número maior do conflito árabe-israelense.
Em 29 de Novembro de 1947 Osvaldo Aranha, como chefe da comissão, preside a primeira Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU onde com o primeiro voto de minerva obtem a aprovação deste plano. Entre os 57 países participantes da ONU, 33 votaram a favor, incluindo o Brasil.
A guerra iniciou quase imediatamente após tal aprovação e em 14 de maio de 1948, já numa etapa adiantada da guerra, David Ben-Gurion declarou a Independência do Estado de Israel. O reconhecimento imediato russo e americano trouxe como conseqüência o fim do plano de partilha.
Em Janeiro de 1949 Ralph Johnson Bunche mediou o acordo de cessar-fogo entre os lados do conflito também conhecido como Armistício de Rhodes e em 1950 Bunche foi premiado com o Nobel da Paz. Neste acordo foi estabelecida a Linha Verde, sendo mantida até à Guerra do Sinai.
Em 1947, a Organização das Nações Unidas formou um plano de partilha de uma região litorânea (litoral) do oriente médio denominada Palestina em dois estados, no qual foi proposto uma divisão destas terras entre judeus e árabes.
Costuma-se dizer que a proposta foi levada a um plebiscito sendo aceita pelos judeus e rejeitada pelos palestinos que reclamaram muito da ausência de uma rede de viadutos ligando os pedaços de Palestina que sobrou.
Os árabes se recusaram a aceitar um estado judeu, e os exércitos do Egito, Iraque, Líbano, Síria e Transjordânia, com o apoio político de outros países, iniciaram um ataque ao recém-formado estado de Israel. Foi a primeira guerra de um número maior do conflito árabe-israelense.
Em 29 de Novembro de 1947 Osvaldo Aranha, como chefe da comissão, preside a primeira Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU onde com o primeiro voto de minerva obtem a aprovação deste plano. Entre os 57 países participantes da ONU, 33 votaram a favor, incluindo o Brasil.
A guerra iniciou quase imediatamente após tal aprovação e em 14 de maio de 1948, já numa etapa adiantada da guerra, David Ben-Gurion declarou a Independência do Estado de Israel. O reconhecimento imediato russo e americano trouxe como conseqüência o fim do plano de partilha.
Em Janeiro de 1949 Ralph Johnson Bunche mediou o acordo de cessar-fogo entre os lados do conflito também conhecido como Armistício de Rhodes e em 1950 Bunche foi premiado com o Nobel da Paz. Neste acordo foi estabelecida a Linha Verde, sendo mantida até à Guerra do Sinai.

Nenhum comentário:
Postar um comentário